STJD expõe sua parcialidade mais uma vez: Botafogo multado, Flamengo absolvido
O futebol brasileiro continua sendo palco de decisões no mínimo questionáveis. Nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) mostrou, mais uma vez, que nem todos os clubes são tratados da mesma forma dentro da “justiça” do esporte.
De um lado, o Botafogo foi multado em R$ 80 mil por causa de bonecos enforcados de Leila Pereira e Ednaldo Rodrigues. O clube recebeu uma pena financeira, mas escapou de perder mandos de campo. Do outro lado, o Flamengo foi completamente absolvido pelo STJD após a briga generalizada no entorno do Maracanã durante o clássico contra o Vasco. O tribunal entendeu que o clube não poderia ser responsabilizado pelo que aconteceu fora do estádio.
São dois casos graves, envolvendo torcidas organizadas e ambiente hostil, julgados pela mesma instituição em um curto espaço de tempo. Enquanto o Botafogo é punido rapidamente, o Flamengo sai ileso de uma situação que gerou grande repercussão negativa. A diferença de tratamento é gritante e reforça a narrativa de que, no futebol brasileiro, existem clubes que parecem estar “acima” das regras.
Essa parcialidade descarada do STJD só aumenta a revolta da torcida botafoguense e de todos aqueles que defendem um mínimo de isonomia no esporte. Enquanto não houver transparência e coerência nas decisões, o torcedor continuará questionando: afinal, para quem realmente funciona essa “justiça desportiva”?
São dois casos graves, envolvendo torcidas organizadas e ambiente hostil, julgados pela mesma instituição em um curto espaço de tempo. Enquanto o Botafogo é punido rapidamente, o Flamengo sai ileso de uma situação que gerou grande repercussão negativa. A diferença de tratamento é gritante e reforça a narrativa de que, no futebol brasileiro, existem clubes que parecem estar “acima” das regras.
Essa parcialidade descarada do STJD só aumenta a revolta da torcida botafoguense e de todos aqueles que defendem um mínimo de isonomia no esporte. Enquanto não houver transparência e coerência nas decisões, o torcedor continuará questionando: afinal, para quem realmente funciona essa “justiça desportiva”?
Robertinho Silva é radialista e jornalista profissional, com registro DRT Nº 0043008/RJ. Atua na cobertura esportiva com foco total no Vasco da Gama e em notícias Gerais do Esporte no Rio de Janeiro. É colaborador do canal Radialista Amaury, onde produz conteúdos diários sobre futebol e cotidiano regional.
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